quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Descoberto reduto de terroristas islâmicos alemães e suecos no Paquistão



Tropas paquistanesas procuravam terroristas talibãs na fronteira com o Afeganistão quando encontraram o inesperado: uma “aldeia de combatentes da guerra santa” de nacionalidade alemã, noticiou “The Telegraph” de Londres.

A aldeia fica no Waziristão, região sob o controle do Movimento Islâmico de Uzbequistão, ramificação de al-Qaeda e responsável de ataques às forças da NATO no Afeganistão.

O Movimento Islâmico de Uzbequistão está ramificado em várias cidades alemãs. Ele capitaliza o desagrado rampante entre os maometanos germânicos com a presença de tropas nacionais no Afeganistão.

O ministério de Relações Exteriores da Alemanha explica que crescente número de famílias juridicamente alemãs, mas compostas de descendentes de imigrantes islâmicos, viajam com freqüência ao Waziristão.

O ministério estava negociando a libertação de seis cidadãos alemães, incluindo “Adrian M”, muçulmano branco pervertido ao Islã. Ele foi arrestado junto com mulher e filhos quando tentava entrar na “aldeia alemã” de terroristas no Paquistão.

“Adrian M”, ou “Abu Adam”, é o chefe do recrutamento de combatentes alemães para a “guerra santa” islâmica.


Nasceu em Kessenich, subúrbio de Berlim e recebeu treinamento militar no exército alemão durante 3 anos. Ex-colegas dizem que era um “bom rapaz”.

Num video difundido em inícios de 2009 ele incitou os correligionários a “morrer com honra”.

Segundo Khalid Khawaja, oficial paquistanês, além de alemães há “conversos” suecos lutando na “guerra santa”. “Os sujeitos mais engajados vêm da Europa. Eles fazem tudo pelo Islã. Eles não estão aqui porque seus pais são muçulmanos, mas por livre escolha”, acrescentou.

Vendo europeus se transformando em ferozes inimigos do mundo ex-cristão, compreende-se que os maometanos achem próximo o dia em que eles pretendem extinguir a Igreja no continente que viu nascer a Cristandade.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Unificação européia avança intimidando e fugindo da voz popular

Após a Irlanda dizer “Não” ao projeto de Constituição Européia visceralmente anticristão contido no Tratado de Lisboa, a União Européia constrangeu o país a reformar o voto num segundo plebiscito. Na segunda vez, venceu o “Sim”.

A grande revista alemã “Der Spiegel” registrou que muitas vozes na Alemanha “lamentaram que tivesse sido necessária uma campanha de intimidação para produzir o resultado desejado”.

A unificação européia é animada pelo espírito tóxico da República Universal e prossegue seu caminho atropelando os países que querem resistir.

Só a Irlanda convocou plebiscitos, constrangida por peculiaridades jurídico-constitucionais do país.

Em todos os demais países europeus, a União Européia trabalhou para impedir que o povo fosse consultado, porque sabia que o projeto seria recusado em, pelo menos, várias das mais importantes nações.

O projeto anti-cristão não convenceu e está sendo introduzido à força em populações que manifestamente não o desejam. Desse atropelamento só poderão advir desastres.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Maomé é o nome mais popular nas maiores cidades da Holanda. Inglaterra também se islamiza.

O nome mais popular entre os meninos nas quatro maiores cidades holandesas é Maomé, e suas variantes, informou o diário inglês “The Telegraph”. Trata-se de Amsterdam, Rotterdam, Haia e Utrecht, cidades onde a população islâmica mais cresce. Mais.

Na Haia, “Maomé” e variantes ocuparam o primeiro, segundo e quinto lugar na lista de nomes populares superando os tradicionais nomes holandeses Jan, Luuk, Gijs ou Daan.

A Grã-Bretanha não fica muito longe atrás nesta corrida à islamização, segundo informações do diário “The Daily Mail”. O nome de Maomé, considerado em suas diversas grafias, é o terceiro mais popular nas crianças de Inglaterra e Gales, de acordo com o Office of National Statistics.

Em todo o país 28% dos recém-nascidos em 2007 (54% em Londres) foram filhos de estrangeiros. Em 2008, 14,4% dos alunos nas escolas primárias tinham como língua-mãe uma outra que não a inglesa.

A população islâmica no país duplicou em 30 anos e voltará a duplicar até 2015. Por volta de 2060, espera-se que a Grã-Bretanha seja o país mais populoso da União Européia com 77 milhões de cidadãos.

Esse aumento não virá dos ingleses, mas dos muçulmanos. Por isso uma série de livros alerta que o Islã está colonizando o continente e que a Europa não será mais reconhecível numa geração ou duas. Por certo a Grã-Bretanha, conclui o jornal, não será identificável e os Maomés serão seus homens-símbolo.

Não é apenas uma questão de nome, é uma questão de natalidade. Os ocidentais praticam o aborto e controlam as nascenças. Os islâmicos consideram as crianças como o instrumento que lhes dará o domínio completo e definitivo sobre o mundo ex-cristão.

Trabalhando contra a vida, o abortismo não só promove homicídios abomináveis de seres indefesos. Ele pratica uma espécie de homicídio coletivo contra a supervivência de nações inteiras que assim vão se esvaziando enquanto os anticristãos preenchem os espaços livres.

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