quinta-feira, 22 de julho de 2010

Invasao digital danifica mentes e cérebros

Danos mentais e sociais da vida virtual, iPads no café da manhã
Amigos sentados face a face no restaurante preferido, o casal tomando café, rapazes e moças na sorveteria, crianças no jardim ou no pátio e entretanto entre eles reina o silêncio e a incomunicaçao. O que estão fazendo? Se comunicando com o planeta por via digital!

Isto ainda é apresentado como um progresso e uma “libertaçao” das limitações humanas.


Porém, segundo cientistas consultados pelo “New York Times”, o malabarismo entre e-mail, telefonemas e outras fontes de dados está mudando a forma como as pessoas pensam e se comportam. E não num sentido positivo.

Os cientistas afirmam que nossa capacidade de concentração está sendo sabotada pelo excesso de informação.

Essa estimulação provoca excitação — uma dose de dopamina — que os pesquisadores dizem que pode virar vício. O sinal de quem virou vítima é ficar colado no gadget, e se setir entediado sem ele.

As distrações resultantes podem ter consequências fatais, escreve o jornal, como acidentes causados por motoristas e engenheiros ferroviários que falam no celular.

Porém, numericamente, são os menos graves. Para milhões de pessoas, esse vício pode causar danos à criatividade e à capacidade de reflexão, levando a problemas profissionais e familiares.

Desaparecem relações familiares e sociais
A propaganda diz que as multitarefas tornam as pessoas mais produtivas. Muitos usuários influenciados repetem isso, mas os estudos científicos mostram o contrário.

Os viciados digitais têm mais problemas em se concentrar, de ignorar informações irrelevantes e experimentam níveis de estresse maiores.

E os cientistas descobriram que, mesmo depois que as tarefas acabam, o pensamento entrecortado e a falta de concentração persistem.

“A tecnologia está mudando as fiações de nossos cérebros” diz Nora Volkow, diretora do Instituto Nacional de Abusos de Drogas. Usuários de computadores no trabalho mudam janelas e checam e-mails quase 37 vezes por hora. Esta interatividade sem tréguas é uma das maiores mudanças da história do meio ambiente humano, explica Adam Gazzaley, neurocientista da Universidade da Califórnia.

“Estamos expondo nossos cérebros a um ambiente e pedindo a eles que façam coisas que não necessariamente evoluíram para fazer. Já sabemos que isso traz conseqüências”, acrescentou ele.

A tecnologia digital parece dar o que promete, porém de um modo monstruoso, como na lenda satânica da mágica “mão do macaco”, segundo explicara Norbert Wiener, o pai e “profeta” da cibernética, nos albores desta revolução.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Utopia leva economia européia ao abismo

A crise econômica européia abala o mundo todo. Enquanto a Grécia beira a falência, a Hungria admitiu se encontrar em situação análoga, tendo o anterior governo socialista falsificado os números da economia nacional, noticiou “La Nación”.

A Espanha suscita os mais vivos alarmes. Portugal, Irlanda, Itália, seguidas de não longe pela Grã-Bretanha também têm enormes desequilíbrios orçamentários e fortíssimos endividamentos estatais e privados.

Vozes prudentes propuseram a saída da área do euro dos países em crise, como um doente que é hospitalizado deixando o convívio com os sãos.

Porém, a França resistiu por uma razão ideológica, ou melhor, para defender uma utopia: a de uma Europa unida numa mini-República Universal, hoje conhecida como União Européia ‒ UE.

“Escapamos da União Soviética só para acabar na União Européia... a eurozona fracassou”, escreveu o presidente checo Vaclav Klaus no “Wall Street Journal”.

Porém, a utopia prevalece levando a economia européia para crises e desabamentos até agora inimaginados.

O mundo abandona a Cristo e a Cristandade por poucas moedas, e por amor a uma utopia anti-cristã acaba jogando essas moedas no altar do ídolo da utopía da República Universal.

Um caminho análogo foi aberto 2.000 anos atrás por um apóstolo apóstata.

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Prelado lembra o inferno para afastar os religiosos dos escândalos morais

Inferno (Très Riches heures du Duc de Berry)
Mons. Charles Scicluna, promotor na Congregação pela Doutrina da Fé disse que para quem abusa sexualmente de crianças seria melhor morrer antes que cometer esse crime, pois “a sua perdição eterna será mais terrível”, noticiou o diário italiano “Il Sole 24 Ore”.

O prelado lembrou as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: “quem escandalizar um destes pequenos, seria melhor que se ponha uma pedra de moinho no pescoço e seja jogado ao mais profundo do mar”.

São Gregório Magno comentou este ensinamento divino dizendo que “misticamente o mar profundo significa a perdição mais terrível”.

Mons. Scicluna acenou então para os tormentos do inferno, enquanto falava para seminaristas romanos.

A meditação sobre inferno foi recomendada por Nosso Senhor para evitar a condenação eterna.

Porém, uma falsa visão da religião fez tudo para omiti-la, e até pregou que o inferno não existe ou, se existe, está vazio.

Os péssimos resultados dessa omissão sistemática estão à vista na ordem eclesiástica e na sociedade civil.

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Bispo da Turquia sacrificado de acordo com ritual corânico

Dom Luigi Padovese assassinado por fanático islâmico na Turquia
O presidente da Conferência Episcopal Turca, Dom Luigi Padovese foi degolado pelo seu motorista aos gritos de “Allah Akbar!” (“Alá é grande”).

O prelado foi apunhalado várias vezes em sua casa, mas conseguiu sair fora, sendo decapitado de acordo com as regras rituais prescritas pelo Corão.

Os vizinhos foram testemunhas do sacrílego assassinato: ouviram os gritos do prelado pedindo ajuda e do fanático matador que, tendo subido no teto da casa, berrava “Matei o grande satanás! Alá é grande!”

O fanático declarou agir “por revelação divina”. De acordo com a agência AsiaNews as características do homicídio são as de um “sacrifício ritual contra o mal” ensinado pelo Corão e praticado também pelos fundamentalistas islâmicos para eliminar os cristãos.

As contraditórias tentativas do governo turco e da diplomacia vaticana para esvaziar o delito de conteúdo religioso não convenceram.

Os fundamentalistas querem a extinção radical do cristianismo e na hora do crime pouco se interessam se a vítima é “ecumênica” ou não.

Por sua vez, o governo turco remitiu o corpo da vítima para a Itália como em meio a caixas de batatas, sem nenhuma identificação externa nem selo protetor.

No aeroporto de Milão só o aguardavam alguns irmãos capuchinos, congregação à qual pertencia Dom Luigi.

Nenhum representante vaticano nem da cúria milanesa estava presente, noticiou o diário "La Stampa" de Turim.

Nenhum avião italiano foi destacado para o transporte do corpo.

Os sermões no enterro visaram salvar o insalvável: o diálogo impossível com o Islã e um ecumenismo que raspa no fanatismo entreguista.


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