quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Alemães não querem o euro e moeda só teria 20% de chances de sobreviver

49% dos alemães não desejam mais o euro e querem de volta o marco, revelou pesquisa encomendada pelo jornal “Bild”, noticiou o “Daily Express” de Londres.

A insatisfação foi constatada após intensa campanha do governo alemão em 2010 procurando convencer a opinião pública alemã de que o euro é bom para ela.

A taxa de rejeição é uma das mais altas desde a criação da moeda comum e foi reforçada pelas crises na Grecia e na Irlanda. Estas geraram a percepção, alias bem fundada, de que a Alemanha não pode manter economias incapazes de viver no regime de moeda única.

Só 41% dos alemães estão satisfeitos com a moeda pan-européia. A pesquisa acrescentou que se os alemães fossem consultados hoje para ingressar na eurozona 60% votaria contra e 30% a favor.

Em Londres, o Center for Economics and Business Research ‒ CEBR, think tank líder em estudos ecconómicos estimou que o euro tem uma chance entre cinco de sobreviver nos próximos 10 anos, noticiou a agência Reuters.

Para o CEBR, se a Espanha e a Itália, como se teme, não conseguirem refinanciar suas colossais dívidas soberanas, estourará uma crise que nem os mais hábeis políticos da União Européia poderão contornar e o euro irá à falência.

Na mensagem de Ano Novo, a chanceler alemã Angela Merkel insistiu que seu governo segurará o euro.

Porém, Douglas McWilliams, chefe executivo do CEBR argüiu com os crescentes desequilíbrios das economias nacionais na eurozona e concluiu: “suspeito que o que vai quebrar o euro será o fracasso da maioria dos países em tomar os remédios necessários para tornar competitivas suas economias em longo prazo. Só damos uma chance entre cinco de que o euro sobreviva nos próximos 10 anos”.

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Excesso digital torna homens “ratos de laboratório”, diz editorialista


O assedio de estímulos digitais transformou-nos em “ratos de laboratório” que ansiosamente apertam teclas ou telas de computadores e telefones para obter gratificações incessantes, escreveu Nicholas Carr, ex-editor executivo da Harvard Business Review, noticiou “The Telegraph” de Londres.

Isto produz um “engarrafamento” mental que bloqueia raciocínios profundos, danifica a capacidade de desenvolver o pensamento num rumo com significado e gera dependência à tecnologia, segundo ele.

Carr é autor de livros como Os superficiais. O que a Internet está fazendo com nossos cérebros, e explica que o email e as redes sociais exploram o instinto básico humano de procurar novas sensações gratificantes, e o tornam adicto a elas.

Dessa maneira, esses instrumentos nos levam a regredir a um estado não mais sofisticado que o de um rato num laboratório, escreveu.

Recente inquérito mostrou que os funcionários de colarinho branco na Inglaterra conferem suas caixas de email pelo menos 30 vezes por hora.

Segundo Carr, cada nova informação que chega a nosso cérebro provoca a liberação de uma dose de dopamina que produz prazer e está ligada com as condutas aditivas.

Carr declarou à revista Esquire: “uma das coisas que torna mais imperioso consultar as mensagens digitais é a incerteza. Sempre há a possibilidade de haver algo importante na nossa caixa de entrada, embora na realidade na maior parte dos casos sejam coisas triviais”.

Eric Schmidt, chefe executivo de Google, manifestou sua preocupação com o impacto dos equipamentos instantâneos sobre o processo mental, acrescentou “The Telegraph”.

‒ “Temo que o nível de interrupção do processo, a esmagadora rapidez da informação – e especialmente da informação estressante – de fato afete a cognição e o pensamento profundo”.

Carr acrescenta: “quando recebemos dados demais e rápido demais, como quando surfamos, nossa memória ativa fica afogada. Nós sofremos o que os cientistas do cérebro chamam de “cognitive overload” ou “sobrecarga cognitiva.”

Isto resulta em que nós só podemos reter muita pouca informação e fracassamos na tentativa de relacioná-la com nossas lembranças de experiências passadas armazenadas na memória, diz Carr.

O que quer dizer, em última análise, que nossos pensamentos ficam “inconsistentes e dispersivos”, conclui.



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

As aparições de Lourdes segundo as palavras da própria Santa Bernadete

1ª aparição — quinta-feira, 11 de fevereiro

“A primeira vez que fui à gruta, era quinta-feira, 11 de fevereiro. Fui para recolher galhos secos com outras duas jovens.

“Ouvi um barulho como se fosse uma ventania. Então girei a cabeça para o lado do gramado, do lado oposto da gruta. Vi que as árvores não se moviam.

“Ouvi mais uma vez o mesmo barulho. Assim que levantei a cabeça, olhando a gruta, vi uma Dama vestida de branco. Tinha um vestido branco, um véu branco, um cinto azul e uma rosa em cada pé, da cor da corda do seu terço.

“Eu pensava ser vítima de uma ilusão. Esfreguei os olhos, porém olhei de novo e continuei a ver a mesma Dama. Coloquei a mão no bolso, para pegar o meu terço.

“Queria fazer o sinal da cruz, mas em vão. Não pude levar a mão até a testa, a mão caía. Então o medo tomou conta de mim, era mais forte que eu. Todavia, não fugi.

“A Dama tomou o terço que segurava entre as mãos e fez o sinal da cruz. Minha mão tremia, porém tentei uma segunda vez, e consegui. Assim que fiz o sinal da cruz, desapareceu o grande medo que sentia, e fiquei tranqüila.

“Coloquei-me de joelhos. Rezei o terço, tendo sempre diante de meus olhos aquela bela Dama. A visão passava as contas do terço, mas não movia os lábios.

“Quando acabei o meu terço, com o dedo ela fez-me sinal para me aproximar, mas não ousei. Fiquei sempre no mesmo lugar. Então desapareceu imprevistamente.

“Esta foi a primeira vez”.

2ª aparição — domingo, 14 de fevereiro

“A segunda vez foi no domingo seguinte. Voltei com várias moças, para ver se não me havia enganado.

“Fui à paróquia, pegar uma garrafinha de água benta para jogá-la na visão quando estivesse na gruta, se a visse. E saímos para a gruta. Apenas tinha acabado de rezar a primeira dezena, quando vi a mesma Dama”.

“Então comecei a jogar água benta nela, dizendo que, se vinha da parte de Deus, que permanecesse; se não, que fosse embora; e me apressava sempre a jogar-lhe água.

“Ela começou a sorrir, a inclinar-se. Mais água eu jogava, mais sorria e girava a cabeça, e mais a via fazer aqueles gestos.

“Eu então, tomada pelo temor, me apressava a aspergi-la mais, e assim o fiz até que a garrafa ficou vazia. Quando terminei de rezar meu terço, ela desapareceu e não me disse nada”.

3ª aparição — quinta-feira, 18 de fevereiro

“Ela só me falou na terceira vez. Após ter rezado a primeira dezena, vi a mesma Dama. Ela se pôs a sorrir, e me disse que aquilo que tinha para me dizer, não era necessário escrevê-lo.

“Mas perguntou-me se eu queria conceder-lhe a graça de voltar ali durante quinze dias.

“Eu lhe respondi que sim”.



5ª aparição — sábado, 20 de fevereiro

A mãe de Santa Bernardette confidenciou que Nossa Senhora “teve a bondade de ensinar-lhe, palavra por palavra, uma oração somente para ela”.

6ª aparição — domingo, 21 de fevereiro

“Esta rainha misericordiosa me disse também para rezar pela conversão dos pecadores. Ela me repetiu várias vezes essas mesmas palavras”.

“Disse-me também que não me prometia tornar-me feliz neste mundo, mas no outro”.

7ª aparição — terça-feira, 23 de fevereiro

“Ela me deu três segredos que me proibiu de contar”

“Eles só se referem a mim, não são nem sobre a Igreja, nem sobre a França, nem sobre o Papa”.

8ª aparição — quarta-feira, 24 de fevereiro

Santa Bernadete com a voz marcada pelos soluços, referiu à multidão o pedido de Nossa Senhora:

“Penitência, penitência, penitência!”; e “rezai a Deus pela conversão dos pecadores”; além da recomendação de “beijar a terra em penitência pelos pecadores”.

9ª aparição — quinta-feira, 25 de fevereiro

“A Senhora me disse que eu deveria beber da fonte e lavar-me nela.

Veja vídeo
Santa Bernadette conta
as aparições de Lourdes
“Mas, como não a via, fui beber no Gave. Ela me disse que não era ali, e me fez um sinal com o dedo para ir à gruta, mostrando-me a fonte.

“Eu fui, mas só vi um pouco de água suja. Parecia lama, e em tão pequena quantidade, que com dificuldade pude colher um pouco no côncavo da mão.

“Eu me pus a arranhar a terra, até poder colhê-la, mas três vezes a joguei fora. Foi só na quarta vez que pude bebê-la, de tal maneira estava suja”.

13ª aparição — terça-feira, 2 de março

“Ela me disse que eu devia dizer aos padres para construir uma capela aqui”.

“A Dama disse: ‘Devem vir aqui em procissão’”

16ª aparição — quinta-feira, 25 de março

“Depois dos quinze dias, eu lhe perguntei de novo seu nome, três vezes seguidas.

“Ela sorria sempre.

“Por fim ousei uma quarta vez, e foi então que ela, com os dois braços ao longo do corpo [como na Medalha Milagrosa], levantou os olhos ao Céu e depois me disse, juntando as mãos na altura do peito, que ela era a Imaculada Conceição”.

18ª e última aparição — quinta-feira, 16 de julho

“Eu não via a cerca nem o Gave. Parecia-me estar na gruta, na mesma distância das outras vezes. Eu via somente a Virgem”.

Santa Bernadete Soubirous somente voltaria a ver Nossa Senhora 21 anos depois, em Nevers, no dia 16 de abril de 1879, quando deixou esta terra de exílio para contemplá-la eternamente no Céu!

Video: Santa Bernadette conta as aparições de Lourdes



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Cruz Vermelha tirou símbolos natalinos e maometanos acharam “estúpido”!

Campanha da Cruz Vermelha sem símbolos cristãos
A Cruz Vermelha proibiu a exibição da Cruz durante o Natal em seus 430 pontos de colheita de donativos na Inglaterra com o pretexto de não ofender os maometanos, informou “The Daily Mail”.

Até os islâmicos ingleses debicaram da decisão.

Christine Banks, voluntária da Cruz Vermelha em New Romney, Kent, contou: “nós montamos um presépio na janela e disseram-nos de tirá-lo. Parece que nós não podemos ter nada que simbolize o Natal. Se nós enviamos cartões com votos não podemos relacioná-los com Natal. Quando perguntamos respondem que é para não ofender os muçulmanos. Certamente não podíamos montar uma árvore de Natal. Nenhuma pessoa razoável pode objetar que os cristãos comemorem o Natal, mas nós somos proibidos de exibir qualquer símbolo do cristianismo”.

Lord Ahmed, um dos políticos islâmicos mais proeminentes disse ser “estúpido achar que os muçulmanos ficariam ofendidos”.

Porém, a Cruz Vermelha, muito criticada pelo seu apoio aos imigrantes ilegais, alega ser uma “organização neutral que não quer se alinhar com nenhuma filosofia”.

Mas, na venda de produtos visando fundos, a entidade não deixou de oferecer cartões de Natal, com anjos e cenas da Natividade.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Tribunal austríaco pune “jodler” como burla criminosa do islamismo

Pode? Tem "direito humano" de pedir a degola dos não-islâmicos?

Segundo uma singular conceição, há seres humanos que estão cheios de “Direitos Humanos” e outros que ou não são humanos ou não tem “Direito humano” algum.

Essa visualização aberrante gerada por um viés esquerdista deu mais um sinal na Áustria.

Naquele país, um tribunal da cidade de Graz condenou Helmut Griese, de 63 anos, a pagar multa de 825 euros por “ridicularizar” crenças maometanas, noticiou o diário “The Telegraph”, de Londres.

Griese cantava em sua casa tradicionais músicas alpinas conhecidas como “jodl”.

Porém, uma família islâmica vizinha alegou que as canções “imitavam” o muezim que convoca os muçulmanos para as orações nas torres das mesquitas.

O "jodl" é muito sonoro e cheio de inflexões originais que fazem parte essencial da alma dessa música muito popular na Áustria.

Griese disse ao jornal “Kronen” que não tinha a intenção atribuída pela família islâmica, e que gostava dessas canções típicas do país, cantadas por incontáveis austríacos.

Não pode? Não tem "direito humano" de cantar música popular nacional?
Contudo foi ele condenado por “menosprezo de símbolos religiosos”, crime em que habitualmente são enquadradas as profanações neonazistas de cemitérios judaicos.

Quando as tradições de um país são condenadas em favor de costumes de religiões que trabalham para destruir esse mesmo país, há todas as razões para se temer o pior.

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