quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Homens atuais são menos inteligentes que os da era vitoriana

Na era das tecnologias inteligentes, nós, humanos, estamos ficando mais inteligentes que nossos antepassados?

Infelizmente um novo estudo produzido por pesquisadores europeus concluiu que a media do Coeficiente de Inteligência (QI) no Ocidente caiu 14,1 pontos em relação ao século XIX, noticiou Yahoo! News.

“Nós avaliamos que os homens da era vitoriana eram mais clarividentes que as populações modernas, utilizando instrumentos de alta qualidade, especialmente para mensurar as reações visuais num estudo meta-analítico”, dizem os especialistas.

Os resultados foram obtidos comparado dados colhidos desde 1889 até 2004 e foram analisados pelo Profs. Michael A. Woodley da Universidade Vrije de Bruxelas, Jan te Nijenhuis da Universidade de Amsterdam e Raegan Murphy da Universidade College Cork da Irlanda.

Pior que há quase dois séculos
A média da queda da inteligência das populações consideradas foi de 1, 23 pontos por década.

“Estes achados apontam fortemente que com o devido respeito à inteligência geral dos homens hoje, a população da era vitoriana era substancialmente maior que a das populações do Ocidente moderno”, afirma o estudo.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Ministro francês: Estado laico ensina uma nova religião que bane a Igreja Católica

Vincent Peillon: revolução moral laicista exige acabar com a Igreja
A polêmica na França sobre o “casamento” homossexual contribuiu para desvendar o pensamento oculto de inimigos da Igreja Católica.

Por exemplo, Vincent Peillon, ministro de Educação, explicitou o ódio de fundo anticatólico – diríamos satânico – do laicismo de Estado.

Em recente entrevista deixou claro esse fundo com palavras que dispensam comentários:

“Não se pode fazer uma revolução que consista unicamente em realizações materiais; é necessário fazê-la nos espíritos.

“Ora, até agora foi feita uma revolução essencialmente política, mas não a revolução moral e espiritual.

“Portanto, deixamos à Igreja Católica o controle da moral e do espiritual. Agora é preciso substituir isso [...].

Decapitação do rei Luís XVI: modelo para o laicismo
“Jamais poderemos construir um país de liberdade com a religião católica. Como tampouco se pode aclimatar o protestantismo na França, como foi feito em outras democracias.

“É preciso inventar uma religião republicana. Essa religião republicana que deve ir junto com a revolução material, mas que de fato é uma revolução espiritual, é a laicidade.

“E é por causa disso, aliás, que no início do século XX se começou a falar de fé laica, de religião laica, e que a laicidade pretendia criar um espírito público, uma moral laica e, portanto, a adesão a um certo número de valores.”

E ainda escreve em seu recente livro:

“A Revolução Francesa é a irrupção no tempo de algo que não pertence ao tempo; é um começo absoluto, é a presença da encarnação de um sentido, de uma regeneração e de uma expiação do povo francês.

“1789, o ano sem igual, é o ano do engendramento de um homem novo por meio de um brusco salto da História.

Ministro de Educação socialista: matar a religião nas almas das crianças
“A Revolução é um acontecimento meta-histórico, quer dizer, um acontecimento religioso.

“A Revolução implica o esquecimento total daquilo que precedeu a Revolução. Em consequência, a escola tem um papel fundamental, porque a escola deve despojar a criança de todos seus apegos pré-republicanos para educá-la até virar um citoyen.

“É bem um novo nascimento, uma transubstanciação que se opera na escola e por meio da escola gera esta nova igreja com seu novo clero, sua nova liturgia e suas novas Tábuas da Lei.” (Vincent Peillon, La Révolution française n’est pas terminée, Le Seuil, Paris, 2008).


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Milhões de Obama não vergam países africanos que recusam a agenda homossexual


Em mais uma viagem pela África, o presidente americano Barack Hussein Obama voltou a verberar os países que o acolheram, mas não aceitam o “casamento” homossexual, informou a agência LifeSiteNews.

Obama se engajou na promoção da agenda homossexual numa viagem onde levava US$ 100 milhões para seduzir o continente africano.

Nos discursos, como de costume, Obama disse que respeitava a fé das pessoas, etc. acrescentando que a igualdade da família homossexual e tradicional é “um princípio que acho que deve se aplicar universalmente”.

Numa clave mais composta, William Ruto, Presidente do Quênia lhe respondeu durante uma Missa de domingo na igreja católica de São Gabriel em Maili Kumi.

Ele mostrou-se muito agradecido pelas contribuições econômicas dos EUA que foram tão benéficas para o Quênia, mas, esclareceu a respeito do problema moral que seu país está empenhado em defender a família segundo os ensinamentos da Escritura.

“Os que acreditam em outras coisas, esse é um assunto deles”, acrescentou o presidente Ruto na igreja católica. “Nós acreditamos em Deus”.

“Esta nação, a nação de Quênia”, sublinhou, é “soberana e teme a Deus”. “Mas no que concerne a essas outras coisas que ouvimos, nenhuma é do nosso interesse porque vão contra nossos costumes e tradições”.

O presidente Obama também aprontou um atrito com o presidente do Senegal, Macky Sall, fazendo comentários pro-homosesxuais no primeiro dia de sua viagem. O presidente senegalês respondeu serenamente que seu país “não é homofóbico”, e até é “muito tolerante”, por exemplo, não praticando a pena de morte.

Na viagem, a filha de Obama, Sasha, carregava uma sacola estampada com o arco-íris homossexual para patentear seu apoio astucioso à agenda repelida pelos países africanos anfitrioes.

O homossexualismo está proibido na África. 90% dos quenianos e 96% dos senegaleses o consideram imoral. Mas o presidente americano decidiu fazer da agenda homossexual um ponto chave de sua política exterior atropelando com dinheiro e pressões o sentimento religioso de nações inteiras, por vezes pobres e necessitadas. Nesta hora nenhum arauto dos pobres lembra dos pobres!

Nos países africanos que visitou, uma enquete Gallup mostrou que a aprovação de Obama está mais baixa que em qualquiera de seus anteriores viagens, especialmente quando assumiu o poder.


Vídeo: Presidentes do Quênia e Senegal respondem a Obama: "nós acreditamos em Deus"






quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Católicos franceses pedem a seus bispos que abandonem letargia danosa

'Veilleurs debout' na Place Vendôme diante do Ministério da Justiça, de Mme Taubira,  promotora da lei de "casamento igualitário" ou "casamento homossexual"
'Veilleurs debout' na Place Vendôme diante do Ministério da Justiça, de Mme Taubira,
promotora da lei de "casamento igualitário" ou "casamento homossexual"
A polêmica originada pelo “casamento” homossexual aprovado na França está longe de ter concluído.

Católicos franceses estão multiplicando vigílias diurnas e noturnas em locais públicos para protestar contra essa lei.

Entre os locais públicos escolhidos figura a sede da Conferência dos Bispos da França – CEF, em Paris, hoje presidida pelo arcebispo de Marselha, Mons. Pontier.

Os católicos fazem a vigília segundo o estilo dos veilleurs debout [vigilantes de pé]. Eles ficam de pé, porém separados.

Desta maneira, a polícia não tem como alegar pretextos para prendê-los ou praticar violências, aliás já já tentadas em alguns locais.

Os católicos pedem de um modo mudo, mas muito expressivo ao Episcopado francês que saia de seu silêncio sobre a escandalosa lei do “casamento” homossexual e sobre as arbitrariedades policiais contra os fiéis que defendem a família nas ruas da França.

Em blogs e redes sociais, os comentários populares são claros. Por exemplo, no popularíssimo “Le Salon Beige”:

/ “nossos bispos dormem quando deveriam estar na frente de batalha!”;

"Veilleurs debout" diante da sede da Conferência Episcopal Francesa - CEF, Paris
"Veilleurs debout" diante da sede da Conferência Episcopal Francesa - CEF, Paris
/ “eu aguardo sempre uma resposta da CEF, que está imersa na letargia”;

/ “como é possível que os bispos da França sequer venham cumprimentar os católicos que fazem vigília?”;

/ “é realmente o cúmulo ficar obrigado a acordar o clero para que ele não deixe de ser católico. Parece que para eles a destruição de Sodoma só foi uma lenda”;

/ “vemos bem o mal que causou ao povo francês o silêncio dos bispos sobre a lei Veil [lei do aborto]!”;

/ “deputados, senadores e bispos abaixaram os braços, só fica o povo da França aguentando o combate, e a vitória será só dele”;

/ “os tíbios são piores que os inimigos francamente declarados e a mensagem da CEF é mais bem inaudível ou muito pouco compreensível”;

/ “a CEF vive soltando declarações sobre assuntos que não são de sua competência. Ela, agora, só vai se mexer se sentir constrangida pelos fiéis, e o fará de má vontade”;

/ “eu não aguardava nada dos políticos e da mídia, mas esperava um pouco mais de coragem dos clérigos. Que eles depois não venham lacrimejar nas folhinhas paroquiais. Se os bispos tivessem ido todos à testa da passeata, esta teria tido uma outra força”;

"Veilleurs debout" diante da sede da Conferência Episcopal Francesa - CEF, Paris
"Veilleurs debout" diante da sede da Conferência Episcopal Francesa - CEF, Paris
/ “precisamente quando eles proíbem ‘fazer política’, se conduzem como vulgares deputados prestes antes a garantir a própria reeleição do que defender suas convicções”;

/ “todos devemos ir diante da CEF para cessar o escândalo de seu silêncio”;

/ “eu agora percebi o que acontece com alguns de nossos bispos. Com a lei Taubira [“casamento” igualitário ou homossexual] tudo o que estava escondido, larvado, dissimulado, aparece a plena luz do dia”;

/ “temos mais de 120 bispos e só uma dezena reagiu. Estes bispos não agem como Pastores, um bispo que estava saindo da CEF nos tratou de extremistas”.

Na tradicional grande passeata militar do dia 14 de Julho na avenida dos Champs Elysées, o presidente socialista François Hollande teve que ouvir amargurado vaias e assovios de reprovação provenientes do público que ostentava bandeirolas do movimento anti-“casamento” homossexual.

Preso por usar blusão com símbolo pela família normal
Preso por usar blusão com símbolo pela família normal
Por sua vez, a Polícia Nacional fez sentir seu descontentamento porque se sente manipulada pelo governo socialista para impor uma agenda ideológica.

Notadamente dois editoriais coletivos da revista “Tribune du Commissaire”, do sindicato dos delegados dessa Polícia (SCPN), sublinharam “o crescente mal-estar” entre os delegados forçados a reprimir as manifestações contra o “casamento” homossexual, segundo informou o grande diário de Paris “Le Figaro” (12.07.2013).

“Nunca vimos algo parecido”, disse um membro desse sindicato que representa o 60% dos delegados do país, segundo “Le Figaro”.

Sindicato da polícia se sente fadado a uma “missão ridícula”  de fundo ideológico socialista
Sindicato da polícia se sente fadado a uma “missão ridícula”
de fundo ideológico socialista
Poucos dias antes, informou o jornal parisiense, o sindicato Alliance dos muito conhecidos CRS (Compagnies Républicaines de Sécurité, tropa de choque da polícia nacional) fez circular um folheto manifestando indignação e qualificando de “missão ridícula” a tarefa encomendada pelo governo contra os “veilleurs debout”.

A polêmica está despertando o senso da verdadeira família e as respostas do governo socialista estão assumindo o ar de gestos totalitários inclusive para aqueles que devem executá-los.

Infelizmente não pode se dizer o mesmo da Conferencia Episcopal Francesa que, após muitos anos de aproximação com o socialismo e o comunismo, continua imersa num enigmático silêncio diante da demolição da vida e da família.


domingo, 4 de agosto de 2013

Fiasco do “Salão do ‘casamento’ homossexual” em Paris

Corredores vazios no 1º Salão do 'casamento' homossexual
Corredores vazios no 1º Salão do 'casamento' homossexual
Estavam previstos champanhe, suco de frutas e montanhas de salgadinhos, iguarias que as balconistas tiveram de consumir.

Após dois dias do “Salão do ‘casamento’ homossexual” em Paris, os cerca de sessenta expositores só receberam 150 visitantes – exibicionistas em sua maior parte, descreveu "Le Figaro" de Paris.

“O dinheiro! Devolvam o dinheiro!” – reclamavam no fim do domingo os encarregados dos stands enquanto os desmontavam.

Corredores desertos, balconistas entediados, seguranças apáticos foi tudo o que a reportagem do diário “Le Figaro” conseguiu ver.

Um vendedor de bijuterias do “Comptoir La Fayette” se queixava: “Levo quarenta anos neste ofício e jamais vi algo igual. Investi 30.000 euros e só vendi um par de alianças para um casal héteros!”

Joana, que acabava de criar a sociedade organizadora de eventos Eden Day, acrescentava desolada: “Foi uma catástrofe! Foi meu primeiro salão e eu pensava ter uma boa partida. Apareceram no máximo cinco pessoas, e depois, falando com outros vendedores, compreendemos que com todos os casos foram os mesmos”.

Pior ainda, “pelas perguntas que faziam eu percebi que eles não pensavam em casar”, disse o vendedor de bijuterias. Todos notamos que uns casaizinhos de 20 anos ficavam girando somente para se fazerem flagrar pelos jornalistas”.

Foi um “fiasco total” exclamava o DJ Emmanuel Attiach, do 1dream1event. “Prometeram-nos entre 5.000 e 7.000 pessoas! Onde estão os personagens VIP, como Manuel Valls [ministro do Interior]? Considerando-se a atualidade do tema do ‘casamento’ homossexual, é incrível ter tão poucos visitantes”.

Os empresários ainda não conseguiam se livrar da miragem da imprensa sobre a popularidade do movimento homossexual.

A organizadora do Salão, Sandra Bibas, tentou colocar a culpa “nos temores existentes por causa dos homofóbicos”.

Ela mencionou uma “trintena de opositores ao ‘casamento’ homossexual’ que teriam tentado perturbar o salão”, mas os quais ninguém os viu, nem mesmo os seguranças do prédio de eventos.