quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Europa: países em extinção?

Casa abandonada em Berlim
Casa abandonada em Berlim

A população alemã está encolhendo e as prefeituras se esforçam para ocultar o dramático minguamento, escreveu reportagem do “The New York Times”.

Na zona rural pode se encontrar filas de cassas vazias, quintais cobertos de mato, janelas fechadas com tábuas e sistemas de esgoto estragados por falta de uso.

Nas cidades, os operários envelhecem e as linhas de montagem reduzem ao mínimo as tarefas corporais, pois não há substitutos capacitados.

Esta diminuição silenciosa, ao longo do tempo é mais danosa e profunda que a guerra de extermínio dos cristãos tocada no Oriente pelos seguidores do Corão.

Segundo o último censo, a Alemanha perdeu 1,5 milhão de habitantes.

Em 2060 a população poderá ter encolhido mais 19%, caindo para 66 milhões.

A Alemanha elevou a idade de aposentadoria de 65 para 67 anos. Mais isso não resolve o problema de fundo.

A faixa etária de 55 a 64 anos na força de trabalho passou de 38,9% em 2002 para 61,5% em 2012. E não há jovens suficientes para substituí-los.

Casas abandonadas no centro antigo de uma cidade europeia
Casas abandonadas no centro antigo de uma cidade europeia
A Alemanha se orgulhava, e com razão, de suas mulheres devotadas ao lar, à igreja e aos filhos.

A enganosa “modernização” do pós-guerra destruiu essa realidade social e religiosa favorecida pela Igreja.

Agora, o governo tenta colocar mais mulheres nas fábricas. Mas isso contradiz os estímulos a terem mais filhos. O país concede US$ 265 bilhões anuais em subsídios familiares, mas estes não revertem a tendência geral ao despovoamento.

Outros países europeus que adotaram a mesma agenda anti-vida caem pelo mesmo despenhadeiro. Sem braços os problemas econômicos ficam insolúveis e geram uma espiral de declínio.

As altas taxas de desemprego — mais de 50% entre jovens — em países como Grécia, Itália e Espanha, desestimulam ainda mais de ter filhos, sobre tudo porque a fé e a moral estão se apagando,.

Craco: cidade fantasma da Itália
Craco: cidade fantasma da Itália
Em 1960, nasceram 7,5 milhões de crianças em 27 países que hoje fazem parte da União Europeia – UE. Mas, em 2011 os nascimentos caíram para 5,4 milhões.

Hoje há quatro trabalhadores para cada aposentado na UE, mas 2060 a proporção será de dois a um, segundo a própria UE.

Por sua vez, os imigrantes islâmicos e da Europa Oriental estão ocupando os vazios nas cidades e no campo.

A solução só poderia vir da reforma de valores, costumes e atitudes em função da Lei de Deus.

Mas esta tábua de salvação não é focalizada pelo governo laicista alemão e nem mesmo pelo episcopado do país.

Marcelo Dufaur, desde a França


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Só 600 “casamentos” homossexuais em três meses na França desanima socialistas

Ministro Peillon: leis como as de “casamento” homossexual
visam enxotar o catolicismo
Passados três meses da entrada em vigor da lei que legalizou o casamento homossexual, apenas 600 “casamentos” foram realizados em toda a França, segundo dados das 50 maiores cidades do país, informou a rádio pública France Inter.

Desde o primeiro “casamento” sodomita celebrado em Montpellier com grande espalhafato midiático, 596 uniões semelhantes aconteceram em todo o país.

O número corresponde a apenas 1% dos casamentos registrados no período, acrescentou a rádio.

O jornal Le Monde acha que os homossexuais franceses estão intimidados pelas gigantescas manifestações populares contra esse “casamento”.

Apenas 1% em três meses é pouco, reconheceu a rádio do governo que impôs esse alardeado “casamento”.

É largamente afirmado, até por ativistas da agenda homossexual, que os LGBT não desejam casar pois preferem a frenética rotatividade de parceiros em que consomem sua vida.

O próprio ministro socialista de Educação Vincent Pellion, no entanto, se encarregou de esclarecer o fundo do assunto.

Para ele, leis como as de “casamento” homossexual visam enxotar o catolicismo da moral pública e instalar em seu lugar uma religião laica e ateia, que realize assim plenamente o sonho da Revolução Francesa de 1789. VEJA AS PALAVRAS DO MINISTRO PELLION


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Desconexão e perda de amizades, entre os “benefícios” do Facebook

“É engraçado, o Facebook banca de rede social, mas na prática estamos nos desconectando”,
“É engraçado, o Facebook banca de rede social, mas na prática estamos nos desconectando”,
A cadeia de TV CNN, edição em espanhol, convidou seus leitores a contar por que estão saindo do Facebook. O caderno feminino do jornal “Clarin”, de Buenos Aires, resumiu as cinco principais respostas:


1. Perda de comunicação com parentes e amigos reais

“Nós sacrificamos a conversação trocando-a pela mera conexão. Em casa, as famílias podem estar reunidas, mas cada um fica mandando mensagens e lendo e-mails. Os executivos mandam mensagens durante reuniões da diretoria. Mandamos mensagens, fazemos compras além de entrar no Facebook durante as aulas e quando saímos com alguém”, resumiu a psicóloga Sherry Turkle.

“É engraçado, o Facebook banca de rede social, mas na prática estamos nos desconectando”, respondeu outra pessoa à CNN. “Se você passa o tempo vendo fotos de “amigos de amigos” que nem conhece, quiçá você poderia pensar em passar um momento com alguém mais próximo, chamar a sua irmã, voltar a ter contato com as pessoas que, sim, são importantes”.

“Você poderia pensar em passar um momento com alguém mais próximo,
chamar a sua irmã, voltar a ter contato com as pessoas
que sim são importantes”
2. “Amizades” irreais, ou na realidade falsas

Segundo a CNN, “os usuários que mais tempo passam no site acreditam constantemente que seus amigos do Facebook são mais felizes do que eles”. Resultado: correm atrás de uma ilusão de felicidade que nunca conseguem atingir.

3. Perda da privacidade

“O Facebook mudou com frequência suas configurações de privacidade no passado e continuará a fazê-lo, sempre em detrimento da privacidade”, comentou outro dos consultados pela CNN.

4. Perda de tempo

“É facílimo perder uma hora no Facebook… É útil perder todo esse tempo?” – foi outra das explicações da saída de Facebook, segundo a CNN.

5. Ameaças à imagem pessoal ou profissional

Pessoas que julgam não participar das redes sociais, nem mesmo no Facebook, na realidade aparecem nos buscadores com fotos, comentários e dados pessoais subidos por amigos, companheiros ou conhecidos. Isto pode ser muito prejudicial em circunstâncias impensadas.


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Tristes por não verem mais o rosto de suas mães

Semana Santa em Islamabad, Paquistão
O sonho do avô – que vive em país muçulmano – de algum dia ver o papa foi realizado pelo neto A., de 24 anos, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro.

Ele é um dos 40 peregrinos de países onde há perseguição religiosa e conflitos armados que estão pedindo asilo ao governo brasileiro.

A. foi jurado de morte só por participar do evento. Por isso, ele não quer ir embora.

“Não posso voltar. Já avisaram que matam não só a mim, mas toda a minha família”, contava ontem, chorando, na Casa de Acolhida da Caritas Arquidiocesana do Rio, segundo reportagem de “OESP”.

“Estou triste por não ver mais o rosto da minha mãe antes de dormir, mas lá não consigo um bom emprego pelo simples fato de ser cristão, mesmo tendo estudado toda a minha vida e me formado em Artes e Jornalismo”.

Alguns trazem marcas de tortura no corpo. O histórico de mortes de familiares e de humilhações é comum. O contato com a família é raro: por telefone e internet. Pediram para não ter o nome nem nacionalidade publicados, para resguardar a integridade dos parentes que ficaram em seus países.

“Aqui as pessoas são muito felizes. É o paraíso. Na minha comunidade, se você é cristão e não muçulmano, não te dão nem um copo d'água. Sou coagido o tempo todo a virar muçulmano, mas podem cortar a minha cabeça que eu não viro, pois tenho muito orgulho da minha fé”, disse outro rapaz.

“Mataram meu pai e minha irmã quando ela tinha 7 anos. Minha mãe teve de fugir da nossa cidade”, relatou outro refugiado. 

Os jovens já marcaram entrevistas na Polícia Federal para dar início ao processo de candidato a refugiado. Os casos serão analisados pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare).

Segundo Andrés Ramirez, representante no Brasil do Alto Comissariado da ONU para Refugiados, seus casos se enquadram na lei 9.474, que reconhece como refugiado todo indivíduo que com fundados temores de perseguição por motivos de religião “encontre-se fora de seu país e não possa ou não queira acolher-se à proteção de tal país.”

E ainda há quem diga que o Islã é uma “religião de paz”, e que a religião de Cristo pode subsistir de algum modo no paganismo.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Facebook produz efeito inverso, dizem cientistas

“Quanto mais se utiliza Facebook menos bem se sentem as pessoas”
Em vez de melhorar o bem-estar das pessoas, o Facebook produz o efeito inverso” – constatou Ethan Kross, psicólogo da Universidade de Michigan e principal autor de um estudo publicado pelo jornal científico PLOS.“

A notícia é do matutino parisiense “Le Monde”.

Os pesquisadores analisaram 82 jovens com smartphones e contas no Facebook, no intuito de avaliar se eles se sentiam melhor enviando textos cinco vezes por dia durante duas semanas, além de calcular o número de seus acessos à rede social.

Os resultados apontaram que “quanto mais se utiliza o Facebook, menos as pessoas se sentem bem. (...) Quanto mais o utilizam, mais declina seu nível de satisfação”.

Em sentido contrário, o relacionamento real com as pessoas contribui para melhorar o bem-estar pessoal.

Estes são resultados da mais alta importância, pois tocam no próprio cerne de influência que as redes sociais podem exercer na vida das pessoas”, sublinhou John Jonides, especialista em neurociências da Universidade de Michigan e coautor do estudo. Os cientistas notaram que as pessoas recorrem mais à rede social quando se sentem privadas do relacionamento normal.

O estudo foi publicado uma semana depois de sair um inquérito de pesquisadores britânicos sobre a postagem frequente de fotos no Facebook como motivo de deterioração das relações humanas na vida real.