quarta-feira, 30 de março de 2016

Celulares danificam desenvolvimento cerebral dos bebés

A Dra. Tallie Baram e seus colegas alertam as mães.
A Dra. Tallie Baram e seus colegas alertam as mães.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Pesquisadores da Universidade de Califórnia - Irvine alertaram as mães para não usar telefones celulares perto de seus bebês.

Eles observaram que um comportamento materno fragmentado e caótico perturba o desenvolvimento cerebral de seus tenros filhos. Estes poderão sofrer danos emocionais que se evidenciarão no resto da vida, informou o site Medical Press.

O estudo foi publicado na revista científica Translational Psychiatry.

Os investigadores detectaram que as mães que estão cuidando de seus bebês têm constantes interrupções, algumas aparentemente inócuas como simples telefonemas e mensagens de texto. Mas essas interrupções constantes podem ter um impacto duradouro em suas sensíveis crianças.

A Dra. Tallie Z. Baram e suas colegas do UCI's Conte Center on Brain Programming in Adolescent Vulnerabilities mostraram que os cuidados maternos ritmados e ordenados são de uma importância crucial para o desenvolvimento do cérebro infantil.

Na fase inicial de crescimento, ele precisa de estímulos continuados e ordenados para garantir o desenvolvimento de redes neuronais robustas.

Os pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que uma conduta materna errática pode aumentar a probabilidade de as crianças adotarem condutas de risco, procurarem drogas ou serem vítimas de depressão já na adolescência ou na vida adulta.

Os usuários se acostumaram aos celulares e os utilizam intensamente, mas isso poderá ter pesadas consequências.

“É bem conhecido que a vulnerabilidade às desordens emocionais como depressão deriva da interação de nossos genes com o meio ambiente, especialmente durante os períodos mais sensíveis do desenvolvimento”, explicou a Dra. Baram, catedrática de Estudos Neurológicos.

“Temos que desligar nosso celular quando cuidamos de um bebê, para termos uma conduta coerente e previsível”, acrescentou.

A Dra. Baram e sua equipe estão estudando este fenômeno com sofisticada tecnologia para medir o desenvolvimento do cérebro e usando testes psicológicos e cognitivos para compreender melhor o problema.


terça-feira, 22 de março de 2016

Exorcista: “Satanás atrás do Estado Islâmico”

Padre Gabriele Amorth, exorcista oficial da diocese de Roma:
“Satanás impulsiona o Estado Islâmico, com certeza”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os recentes atentados de Bruxelas, como os do fim do ano passado em Paris e as tentativas massivas de violação de mulheres em cidades da Alemanha e do norte da Europa no Réveillon obedecem a um objetivo: erradicar o cristianismo do mundo apagando seus últimos restos já tão diminuídos.

Nos casos citados da Europa o caráter estritamente religioso da ofensiva de crimes não aparece tão claramente, pois os atentados visam o comum dos cidadãos indiscriminadamente.

No Oriente Médio, o motor religioso islâmico se mostra por inteiro.

O mosteiro de Santo Elias, o mais antigo do Iraque, foi destruído pelo Estado Islâmico, o grupo terrorista que em nome de Maomé visa extinguir o cristianismo e qualquer vestígio de cultura do passado, inclusive pagão.

O padre católico Paul Thabit Habib, responsável pela igreja, atualmente exilado em Erbil, disse: “nossa história cristã em Mossul está sendo barbaramente aniquilada. Estamos testemunhando uma tentativa de expulsar-nos do Iraque e eliminar nossa existência neste país”, informou o “O Estado de S. Paulo”.

Os devotos intransigentes do Islã fizeram de Mossul a sua capital no norte do Iraque. Havia ruínas antigas de 1.400 anos, conservadas ali como tesouros arqueológicos.

Apesar de não possuírem mais significado religioso ou de civilização, elas foram dinamitadas e pulverizadas em nome da religião islâmica.

Bruxelas: socorristas atendem uma vítima
Bruxelas: socorristas atendem uma vítima
O Museu Assírio de Mossul e as ruínas de Palmyra são os mais conhecidos de um total de mais de 100 espaços arqueológicos demolidos pelo Estado Islâmico.

Tumbas, igrejas e templos, católicos ou não, e até mesquitas de seitas islâmicas, entre as muitas que se dividem os maometanos, também foram pulverizadas pelos arautos da “religião de paz” corânica.

Em agosto de 2015, os fiéis seguidores do Corão recrutados pelo Exército Islâmico destruíram parte do templo de Bel, o mais importante de Palmyra.

Essa cidade foi nos séculos I e II d.C. um dos centros culturais mais importantes do mundo antigo e ponto de encontro das caravanas na Rota da Seda.

Uma semana antes, os radicais fizeram o mesmo com o templo dedicado a Baal, deus pagão sob a efígie do demônio, a quem seus adoradores ofereciam até sacrifícios humanos e outras oblações perversas, como referidas na Bíblia.

O que é que faz que esses fanáticos de Alá, de Maomé e do Corão cheguem a tais extremos de inumanidade, sacrificando nisso até suas próprias vidas? 

O islamismo mais moderno age diante das imagens dos velhos demônios dos templos pagãos desertos como um anjo das trevas que surge das cavernas mais escuras do inferno atropelando os seus cúmplices de menor posição.

Palmira: antes e depois da demolição.
Palmira: antes e depois da demolição.
E se volta contra o mundo ocidental que ainda pode ser chamado de cristão mais por causa do passado de que pelo presente, com o mesmo furor destruidor supra-humano.

Segundo o padre Amorth, exorcista de Roma, nas violências inauditas e nas perseguições contra os cristãos praticadas pelo Estado Islâmico, é perceptível a garra do demônio.

“Il Giornale” de Milão, perguntou ao exorcista se o pessoal do Estado Islâmico estava sendo então inspirado por Satanás, ao que o Pe. Amorth respondeu:

“Com certeza! Onde está o mal, está sempre o demônio por trás incitando. Qualquer forma de mal, grande ou pequena, sempre é sugerida pelo diabo”.

– O Sr., com seus 90 anos continua fazendo exorcismos?

– “Agora faço pelo menos dois ou três ao dia, antes chegava a fazer 15, inclusive nas datas de Natal e Páscoa. Há alguns anos calculei ter feito cerca de 70.000 exorcismos. Talvez até mais”.

– Ficam poucos exorcistas?

– “Infelizmente. Com frequência os primeiros que não acreditam no demônio são os bispos que não estão nomeando novos exorcistas.

“Ontem eu falava com um exorcista, o Pe. Vincenzo, que me dizia que havia uma fila de 40 pessoas aguardando ser exorcizadas. Eu escrevi uma carta ao Papa Francisco pedindo-lhe que permitisse a todos os sacerdotes praticar exorcismos”.

– E o Papa respondeu?

 – “Enviou-me resposta por meio do Vigário da diocese de Roma dizendo que não se podem mudar as coisas de um dia para outro. São necessários demorados procedimentos e regras a ser cumpridos”.

Estado Islâmico: novos demônios irrompem no cenário mundial.
Estado Islâmico: novos demônios irrompem no cenário mundial.
– Este Papa fez exorcismos?

– “Não me consta. Ratzinger e Wojtyla sim”.

– Hoje há um sucessor para o Padre Amorth?

– “Há a Associação Internacional dos Exorcistas que eu fundei e da qual sou o presidente honorário. Hoje tem como presidente o Padre Francesco Bamonte, que também é exorcista. Entreguei a ele mais de dois quilos de coisas que me cuspiram os endemoninhados: chaves, cacos de vidro, pedaços de correntes, pregos”.

– Mas cuspiam esses objetos pela boca? 

– “Sim, sem jamais se ferirem. Eu pude tocar com a mão esses objetos que se materializavam na boca dos endemoninhados no momento de cuspi-los.

“Vivi muitos episódios estranhos, casos de levitação de gente que se elevava pelo menos meio metro do chão, que caminhava pelas paredes como se não existisse lei da gravidade”.

Prossegue o experiente Pe. Amorth: 

“E depois pessoas que falavam línguas como foi o caso certa vez de um camponês que apenas falava italiano e começou a perorar em inglês e em latim.

“Certa vez uma religiosa começou a se arrastar pela igreja como uma cobra, passando sob os bancos sem mudá-los um centímetro de local”.



quarta-feira, 16 de março de 2016

Religiosas rumo à extinção na Itália e no mundo

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O número das freiras católicas na Itália está diminuindo tão rapidamente, que por volta de 2050 talvez não fique nenhuma, registrou reportagem do site Narratively.

O site foi entrevistar freiras idosas internadas num antigo convento de clausura em virtude de sua avançada idade. Essas religiosas se perguntam com angústia quem virá dar continuidade à sua missão inconclusa.

O site menciona soror Zenaide celebrando seu 101º aniversário num dia de inverno e cantando “a dor de milhares de ilusões”.

Quase não há mais noviças jovens no convento de Santa Ana, em Turim. As que chegaram mais recentemente vieram da Índia como enfermeiras das idosas. É o caso da irmã Evangelina, originária de Kerala.

Todos os anos a agência FIDES (da Congregação para a Evangelização dos Povos) fornece um censo das religiosas de todo o mundo.

Segundo ele, havia em 1997 cerca de 400.000 religiosas na Europa. Em 2015 elas eram menos de 300.000. A estatística constata uma perda anual de aproximadamente 8.000 religiosas. Os dados dos Estados Unidos e da Austrália apontam uma decadência análoga.

Na Ásia e na África os números estão distorcidos pela quantidade de moças que entram em conventos só para conseguir completar os estudos.

Mas ser uma religiosa é uma vocação divina. Soror Gesualda, 95, lembra as dificuldades que enfrentou para entrar na vida religiosa e a tenacidade com que agiu face à oposição de seu pai.

A irmã Clotilde, 92, acredita que a diminuição das vocações é também punição pelos “milhões de abortos que acontecem no mundo”.

A lamentável crise das vocações religiosas não atinge só a Itália.

Em dezembro de 2015, o Global Sisters Report constatou que restam menos de 50.000 religiosas nos EUA — mesmo número de um século atrás — e que só 9% delas têm menos de 60 anos.

Em São Paulo, o Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, explicou que a Igreja Católica perde anualmente cerca de dois mil religiosos e religiosas (O Estado de S. Paulo, 20.08.15).

A crise da Fé produziu outros dolorosos efeitos negativos revelados em 2015. Na Alemanha, segundo o episcopado, 218.000 fiéis abandonaram a Igreja em 2014, 39.000 a mais que em 2013, quando 179.000 deixaram de pagar o imposto dos fiéis (La Croix, 21.07.15).

Em setembro de 2015, a Arquidiocese de Nova York fechou quase 40 paróquias, por falta de sacerdotes e de recursos econômicos (Folha de S. Paulo, 05.08.15).

O bispo de Besançon, França, permitiu que se realizasse uma exibição equestre em sua catedral.

Cerca de 20 igrejas são fechadas anualmente na Inglaterra. A Alemanha fechou 515 numa década e dois terços das 1.600 igrejas católicas da Holanda serão desativadas proximamente (Infocatólica, 06.01.15).

Nos últimos anos, centenas de igrejas católicas na Europa foram postas à venda e algumas já são hotéis, residências, museus, lojas, oficinas, supermercados, floriculturas, e até um bar estilo Frankenstein em Edimburgo, Escócia.

Igreja transformada em hotel em Malines, Bélgica.
Igreja transformada em hotel em Malines, Bélgica.
Um tsunami de liberalismo moral, disciplinar e na doutrina da fé devastou a Igreja no período pós-conciliar, esvaziando conventos e seminários com o pretexto de apresentar uma Igreja Nova menos rigorosa e mais atrativa para o mundo.

O resultado está aí.

Porém, a Igreja Católica é imortal. A reportagem não menciona, mas é fato largamente constatado que os conventos e seminários que retornam à disciplina e às práticas da Igreja de sempre, estão enchendo invariavelmente.

Quando o espectro da Igreja Nova se dispersar no nada de onde parece ter saído, a Igreja ressurgirá com um renovado rosto ainda mais esplendoroso que nos séculos de sua maior glória.


quarta-feira, 9 de março de 2016

“Cibercrime” pode paralisar um país inteiro

Marc Goodman  é especialista em cibercrime e colaborador do FBI, da OTAN e da Interpol.
Marc Goodman  é especialista em cibercrime e colaborador do FBI, da OTAN e da Interpol.
Luis Dufaur
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“O cibercrime poderá paralisar um país inteiro”, alertou Marc Goodman, especialista nesse novo tipo de crime que trabalha para a FBI, a NATO e a Interpol, segundo noticiou o jornal espanhol “El Mundo”.

Goodman, que é também fundador do ‘Future Crimes Institute’ da Singularity University, acaba de publicar o livro Os delitos do futuro.

Segundo ele, “as tecnologias que nos fascinam têm um lado intensamente escuro. Subestimamos que o poder desses progressos pode cair nas mãos de criminosos e terroristas. Isso implica riscos nunca antes vistos e dos quais nós ainda não somos bem conscientes.

“Nos velhos tempos o crime era praticado com facas e pistolas. Mas hoje o crime evolui com a tecnologia. Quando apareceram os trens, que foram uma grande inovação, os criminosos passaram a assaltar 200 pessoas por vez! No ano passado, no hackeo da Sony, roubaram a mais de 100 milhões de pessoas ao mesmo tempo. Quando foi que na história da humanidade alguém pôde roubar a 100 milhões e isso apenas com alguns clics?

“Cada vez que aparece um novo avanço, os criminosos estão ali para tirar proveito. Eles planejam ataques terroristas com o Google Earth e podem imprimir armas ilegais e pentes de balas em impressoras 3D”, acrescentou.

“Os hackers não só ameaçam piratear um computador ou roubar um cartão de crédito. Apenas nos EUA, 60.000 doentes usam marca-passos conectados pela internet. São usados para induzir estímulos elétricos à distância com finalidades médicas, mas nas mãos erradas são muito perigosos. Além do cibercrime, já existe o biocrime, pois já se pode programar vírus em laboratório computacional.

“Colocar todos os aspectos da vida na dependência da informática está nos tornando vulneráveis. Pode-se piratear desde o sistema de semáforos de uma cidade até as centrais elétricas. O cibercrime do futuro pode paralisar um país inteiro”.

Porém, acrescentou: “Os governos e as empresas não estão aplicando os meios suficientes para nos proteger dos riscos que se avizinham. Vendo as imagens de um atentado na televisão, você não percebe, mas já está sendo vítima do terrorismo. Al Qaeda e o Estado Islâmico estão recrutando especialistas informáticos. Hoje está em jogo a liberdade”.

A Idade Média foi exemplo de uma era em que a sabedoria progredia lado a lado da ciência e da tecnologia
A Idade Média foi exemplo de uma era em que
a sabedoria progredia lado a lado da ciência e da tecnologia
Para Goodman, a solução consistiria em investimentos pesados em informática, “criar uma espécie de Projeto Manhattan para lutar contra o cibercrime, como se fez na II Guerra Mundial, reunindo os melhores cientistas, matemáticos e linguistas do mundo para deter a ameaça nazi”, conclui o especialista.

Mas quem garante a Goodman que essa colossal construção cibernética não poderá ela mesma ser infiltrada e usada, com ainda mais poderes, por criminosos de alto bordo?

O professor Plinio Corrêa de Oliveira comparou certa feita o progresso vertiginoso da ciência e da tecnologia com um jato de guerra que na medida em que avança vai ficando cada vez mais poderoso, mas seu piloto vai ficando cada vez mais louco e mais facínora.

Seu fantástico voo vai ficando a cada instante o prelúdio de um desastre cada vez mais pavoroso.

O Dr. Plinio explicou que a solução do dilema não passa pela extinção da ciência nem da tecnologia.

A solução seria que os homens crescessem em sabedoria na medida em que crescem com as realizações materiais. E isso só pode acontecer se aderirem profundamente ao espírito da Igreja Católica.

A questão que ele deixou em aberto é se uma humanidade cada vez mais sábia e mais católica teria produzido certos engenhos que hoje fascinam os homens. E, conforme o caso, se não teria reprovado sua fabricação e feito coisas diferentes, talvez melhores.


quarta-feira, 2 de março de 2016

Igreja transformada em clube de skate e esoterismo

A igreja de Santa Bárbara abandonada foi rebatizada 'Templo do Caos.j
A igreja de Santa Bárbara abandonada foi rebatizada 'Templo do Caos'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A digna igrejinha de Santa Bárbara, na localidade de Llaneras, região das Astúrias, na Espanha, foi cair nas mãos de um “artista urbano”, um grafiteiro de nome Okuda San Miguel, informou El Mundo de Madri.

Ele foi contratado por um grupo que se apresenta como um “coletivo” de nome Church Brigade.

Essa ONG comprou a igreja abandonada pelo clero em 2007 e a dedica exclusivamente ao skate, misturado com superstições tipo Nova Era.

A igreja tem 300 metros quadrados e foi construída num belo estilo neorromânico com detalhes neogóticos.

Obra do arquiteto asturiano Manuel del Busto concluída em 1912, ela teve privilégios de basílica.

Sofreu muito com a Guerra Civil 1936-1939 e não foi restaurada como merecia.

A revolução eclesiástica na arquitetura se desinteressou por esse nobre templo, outrora residência do Santíssimo Sacramento.

Na ideologia "progressista" era uma igreja feita com a mentalidade dos "ricos" e não dos "pobres", "fechada" e não "aberta".

O 'Templo do Kaos' é um doloroso fruto da revolução na Igreja
O 'Templo do Kaos' é um doloroso fruto da revolução na Igreja
Ernesto Fernández Rey (a) Jernest, líder da ONG Church Brigade, comprou a igreja abandonada dizendo que ia instalar uma empresa multisserviços.

O grafiteiro Okuda degradou ao extremo o nobre templo pintando-o por dentro com cores e imagens aberrantes, que incluem insinuações obscenas e esotéricas num estilo que poderia ser qualificado de surrealismo pop.

Okuda aceitou desfigurar a igreja quando viu uma foto na Internet de praticantes do skate dentro dela.

A ONG Church Brigade conhecia outros trabalhos dele e encomendou-lhe a deformação.

Muitos vitrais ficaram, mas outros foram desenhados por Okuda e instalados sobre o altar mor.

O grafiteiro aplicou a esotérica pintura em sete dias, com a ajuda de três assistentes.

Okuda foi pago por mecenas e a ONG quer atrair um vasto público para passar a mensagem da convergência do skate com as ruínas da Igreja.

Não faltará religioso “moderno”, “progressista”, ou “na onda” para comemorar a profanação.