quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Polícia religiosa chechena
aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim

Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Cerca de cem islamistas já integram a autoproclamada Polícia da Moralidade que vigia a obediência à Lei Islâmica (Sharia) nas ruas da capital alemã, disse a polícia local, que investiga uma nova série de ataques violentos.

Esse é um dos dados de um informe elaborado por Soeren Kern, do Instituto Gatestone, sediado em Nova Iorque.

A polícia ilegal é composta por salafistas [N.R.: seita radical que cobra a Lei Islâmica ao pé-da-letra e da qual emanaram os terroristas “jihadistas”] vindos da Chechênia [parte da Rússia]. Eles agem como justiceiros e intimidam os migrantes para não se integrarem na sociedade alemã.

As autoridades germânicas que os recebem imbuídas do espírito de “diálogo”, “acolhida” e capitulação mostram-se incapazes de detê-los.

Em maio de 2017, salafistas chechenos lançaram um vídeo ameaçando de morte seus conterrâneos na Alemanha que não observam a lei islâmica e a Adat, velho código de conduta checheno.

O vídeo circulou via WhatsApp e mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmera. Falando em checheno, ele advertia:

“Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. É por isso que declaramos: aos que se afastaram de sua identidade nacional, que flertam com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado, colocaremos todos na linha”.

Patrulha da Sharia aterroriza Berlim
Patrulha da Sharia aterroriza Berlim
Trata-se – escreve Soeren Kern – de uma gangue com cerca de uma centena de adeptos liderados por ex-capangas de Dzhokhar Dudayev, ex-líder separatista checheno.

Imagens censuráveis de uma mulher chechena de 20 anos que mora em Berlim foram roubadas de seu celular e espalhadas. Em questão de uma hora, o tio da mulher exigiu falar com os pais dela.

Eles concordaram em “resolver o problema” enviando a mulher de volta à Chechênia, onde seria morta para restaurar a honra da família. A polícia alemã interveio poucas horas antes de a mulher embarcar no avião com destino à Rússia.

Agora é dever de qualquer checheno encontrá-la e puni-la onde quer que esteja, na Alemanha ou alhures.

De acordo com Meduza, organização de mídia independente sediada na Letônia, pelo menos metade das meninas chechenas solteiras na Alemanha têm informações suficientes em seus celulares para serem consideradas culpadas de infringir a Adat.

As regras são mais rígidas e rigorosas na Alemanha que na Chechênia. E os atos de violência contra as mulheres “errantes” são saudados como “atos de patriotismo”. As feministas alemãs nada dizem desses dramas.

Conforme o jornal Tagesspiegel, outros membros da gangue vieram do Daguestão e da Inguchétia. Eles atacam muçulmanos e não muçulmanos, incluindo cristãos, em abrigos de migrantes em Berlim.

A gangue está ligada a várias mesquitas da capital alemã, incluindo a Fussilet 33, que já serviu de sede do assim chamado Califado de Berlim.

Caritas católica está na frente da abertura das portas aos invasores, estimulada desde o Vaticano.
Caritas católica lidera abertura das portas aos invasores, estimulada desde o Vaticano.

Cerca de 60.000 chechenos residem na Alemanha, segundo estatísticas oficiais. Incluindo os ilegais, o número seria bem maior.

Segundo a Auditoria Nacional (Bundesrechnungshof), “a maioria das pessoas não autorizadas a permanecerem na Alemanha são cidadãos russos de etnia chechena, sendo que alguns têm vínculos com facções terroristas islâmicas”, referiu Soeren Kern.

Heiko Homburg, funcionário do Ministério do Interior de Brandemburgo, o estado da federação alemã que circunda Berlim, salientou que a maioria dos extremistas islâmicos conhecidos provém da Chechênia:

“O problema em Brandenburgo é que o Emirado Caucasiano (organização jihadista ativa no sudoeste da Rússia), ao qual muitos chechenos se sentem engajados, ligou-se ao Estado islâmico. Querendo ou não, temos de fato organizações do tipo Estado Islâmico aqui em Brandemburgo”.

Outro número acentua as preocupações: a segurança alemã estima que entre 1.500 a 2.000 chechenos estão combatendo no Iraque e na Síria.

À medida que o Estado islâmico se descompõe pela derrota militar, teme-se que muitos combatentes refluam para a Europa com a ajuda das relações dos clãs pan-europeus e chechenos.
Para muitos europeus a entrada massiva de refugiados islâmicos é o início da III Guerra mundial Foto na República Checa.
Para muitos europeus a entrada massiva de refugiados islâmicos
funcionará como estopim da III Guerra mundial. Foto na República Checa.

Em Frankfurt (Oder), cidade alemã situada na fronteira com a Polônia, a polícia alerta que a migração chechena é uma bomba-relógio:

“Os chechenos radicais estão constantemente indo e voltando da fronteira da Alemanha com a Polônia. Suas famílias estão montando estruturas nos quatro cantos da Europa para financiar o Estado Islâmico com o lucro do crime organizado. Os chechenos compõem o grupo mais perigoso. Não estamos dando a devida atenção a isso”.

As ONGs, órgãos da UE e de associações caritativas católicas dirigidas pelos bispos costumam ser os protetores dos recém-chegados, lhes fornecendo-lhes apoios logísticos e legais.

E do Vaticano o Papa Francisco justifica indiscriminadamente essa migração.

Não é novo. Em 711, o bispo Dom Opas interveio em favor da capitulação dos católicos diante dos invasores islâmicos que se assenhoreavam da Península ibérica.

Em sentido oposto, com o portentoso auxílio de Nossa Senhora, o rei Don Pelayo e um punhado de fiéis esmagaram os invasores em Covadonga, dando início a uma longa, mas gloriosa Reconquista.


“Vídeo oficial” da gangue turca “Osmanen Germania” (“Alemanha Otomana”)





quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

A Europa vai ficando irreconhecível habitada por outros povos não cristãos
A Europa vai ficando irreconhecível habitada por outros povos não cristãos
Muitos dos líderes mais importantes da Europa, porém, não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte, o francês Emmanuel Macron; o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.

o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel foi recebido oficialmente no Vaticano de mãos dadas com seu parceiro homossexual. Mais um acompanhamento coonestado pela “Amoris laetitia”!

O jornalista italiano cita a propósito o filósofo alemão Rüdiger Safranski: Para aqueles que não têm filhos, pensar em termos de gerações vindouras perde a relevância. Portanto, eles se comportam como se fossem os últimos e se consideram como se estivessem no fim da cadeia.

A Europa está cometendo suicídio ou no mínimo os líderes europeus decidiram se suicidar, ressaltou Douglas Murray no jornal “The Times”.

Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão.

Angela Merkel – prossegue Meotti – tomou a decisão fatal de abrir as portas da Alemanha para um milhão e meio de migrantes.

Chanceler alemã Angela Merdel tira selfie com imigrante. A entrada maciça de migrantes pode mudar a sociedade alemã para sempre
Chanceler alemã Angela Merdel tira selfie com imigrante.
A entrada maciça de migrantes pode mudar a Alemanha para sempre
Merkel, que não tem filhos, é tida de ‘Mãe Misericordiosa dos migrantes’, mas evidentemente pouco se importa com a perspectiva de o influxo maciço de migrantes mudar a sociedade alemã provavelmente para sempre.

Dennis Sewell escreveu recentemente no “Catholic Herald” que a inculpação da 'civilização ocidental' aumenta enormemente o pânico demográfico.

Isso já aconteceu em Gibraltar no remoto ano 714, quando os invasores islâmicos quase extinguiram a civilização cristã na Espanha e atingiram o coração da França, até serem barrados em Poitiers.

O resto da história implicou oito séculos de guerras de Reconquista para repor as coisas em seu lugar.

Mas visigodos, francos e espanhóis tinham filhos para restaurar a boa ordem. Quem restaurará a Europa se continuar assim?


Merkel reflete a sociedade germânica: segundo a União Europeia, 30% das alemãs não têm filhos, e entre as universitárias a percentagem vai a 40%.

A ministra da defesa alemã Ursula von der Leyen salientou que se a taxa de natalidade não voltar a crescer, o país terá que “apagar as luzes”.

Ou, por outra, as únicas luzes que ficarão acesas serão as dos lares e mesquitas islâmicas.

O Institut National d'Études Démographiques estima que um quarto das mulheres europeias nascidas nos anos 1970 poderá ficar sem filhos.

Macron rejeitou a afirmação de seu predecessor, o socialista François Hollande, que em meio às explosões dos caminhões-bombas chegou a blasfemar contra o ‘politicamente correto’, dizendo que “a França tem um problema com o Islã”.

As populações clamam para não desaparecer num naufrágio demográfico e religioso. Mas não têm vigor para refazer grandes famílias
As populações clamam para não desaparecer num naufrágio demográfico e religioso.
Mas não têm vigor para refazer grandes famílias
Macron é contra a suspensão da cidadania dos jihadistas, apesar de todas as evidências que clamam pelo contrário, escreveu o editor cultural do “Il Foglio”.

O presidente francês se sente autorizado a achar que o Estado Islâmico não é islâmico e decreta quem é o quê na religião de Maomé.

“O problema não é o Islã, mas certos comportamentos tachados de religiosos e depois impostos àqueles que praticam aquela religião”, pontificou o novo presidente.

Macron fala do colonialismo como “crime contra a humanidade”. Mas esse crime não existe quando o Islã coloniza qualquer país derramando rios de sangue.

O filósofo Mathieu Bock-Coté definiu Macron, de 39 anos, casado com sua ex-professora de 64, como símbolo da “feliz globalização, livre da memória da glória francesa perdida”. Ou símbolo do coveiro de um glorioso passado de dezessete séculos.

A “Manif Pour Tous”, movimento contra o “casamento” homossexual na França, viu em Macron o “candidato antifamília”.

Mas este escolheu para nome de seu partido o slogan “En Marche!” (Em Marcha!), visando encarnar as elites globalizadas e descristianizadas engajadas numa evolução que se autodestrói enquanto caminha.

Os líderes fundamentalistas islâmicos mandam usar os filhos como instrumento de invasão e ocupação dos países ex-cristãos
Os líderes fundamentalistas islâmicos mandam usar os filhos c
como instrumento de invasão e ocupação dos países ex-cristãos
Rumo a quê? – O líder turco Erdogan incentiva os muçulmanos a terem “cinco filhos”, e os imãs islâmicos exortam os fiéis a “terem filhos”.

Para quê?

Para ocupar o território dos infiéis cristãos envelhecidos e desfibrados. A História se repete: querem conquistar a Europa!

Os novos invasores criam o choque de civilizações no coração da Europa por meio de caminhão, bomba, punhal ou de qualquer outro argumento tirado do “Islã, religião de paz”.

Eles escarnecem os anfitriões ocidentais pelo fato de os verem suicidar-se, ficar voluntariamente sem população, sem valores, e abandonar sua própria cultura.

É claro que ao olharem para Merkel, Rutte, Macron e outros, esses islâmicos vão achar que a hora profetizada pelo Corão chegou.

“Nossos líderes europeus – conclui Meotti – estão caminhando como sonâmbulos para o desastre. Eles não se preocupam se no final de suas vidas a Europa ainda será a Europa”.

Joshua Mitchell pergunta-se num ensaio se vale a pena “construir um mundo”. E a resposta cínica aflora como um haraquiri final: “A longa cadeia de gerações já fez isso por nós. É hora de nos divertirmos”.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Idolatria da “acolhida” é imenso desserviço à Igreja

A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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diversos blogs





Laurent Dandrieu, redator das páginas de cultura da revista francesa Valeurs actuelles, acrescentou um escrito candente à sua vasta produção literária: “A Igreja e a imigração, o grande mal-estar” (“Eglise et immigration, le grand malaise”, Editions Presses de la Renaissance, Paris, 2017, 288 p), segundo comentário da jornalista Jeanne Smits em seu blog.

No livro, Laurent Dandrieu mostra o erro garrafal do discurso “angélico” da hierarquia da Igreja Católica face à imigração que invade a Europa trazendo nas mochilas as bandeiras religiosas do Islã.

O problema, explica o autor, é a maneira como foi instaurado o ‘diálogo’, como uma espécie de fim em si mesmo.

Para o escritor, o Papa Francisco repete constantemente que não há envolvimento específico algum do Islã com a violência.

Ora, vemos que a evidência nega tal afirmação. Cultivando esse discurso angélico a respeito do Islã, o Papa não presta serviço algum a quem quer que seja.

Não ajuda os europeus, pois seu discurso vem contribuindo para adormecer a legítima desconfiança dos europeus face à islamização progressiva do continente.

Francisco I está fazendo tremendo desserviço à Igreja e ao mundo, diz Dandrieu
Francisco I está fazendo tremendo desserviço à Igreja e ao mundo, diz Dandrieu
Menos ainda ajuda os muçulmanos, pois como se pode perceber, muitos desses europeus se assustam diante da violência e da barbárie do Estado islâmico.

Dandrieu é categórico ao escrever que julga tratar-se de um desserviço da Igreja Católica, pela voz do Papa, trabalhar para silenciar esses interrogantes, pois se “a acolhida ao próximo faz parte do DNA do católico, também a fidelidade e o amor preferencial por seus pais fazem igualmente parte desse DNA”.

Contudo, há já algumas décadas que esse sábio equilíbrio mantido pela Igreja ao longo de toda a sua história fora quebrado pela idolatria da “acolhida”.

Igreja e imigração – o livro polêmico de Laurent Dandrieu